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PESQUISA CAPENGÁ!

Quando escrevi o livro Corpo Intruso - uma investigação cênica, visual e conceitual, entre 2022 e 2023, me deparei com a relação afetiva que tenho com a palavra CAPENGA, pois me lembrei de uma história que me aconteceu. A partir daí a palavra ficou martelando a minha mente.

Em 2022, fui convidada a participar de dois projetos de outros artistas:

  • Onde está [m]eu corpo DEF? de João Paulo Lima, contemplado pelo edital da Secretaria da Cultura do EStado do Ceará Lei nº 18.012 de 1 de abril de 2022.

  • Projeto Histórias de Gestos de Elisabete Finger

E, nestes projetos, aproveitei para iniciar a prática artística de investigar a palavra CAPENGA, criando as seguintes videodanças.

CAPENGAR GANG_01:

do caPENGar da bipedia 

A coreógrafa Elisabete Finger convidou 5 bailarinos para criarem, cada um, um solo tendo como mote os seguintes gestos: Ficar em Pé, Girar (Silvana de Jesus), Sentar (Luis Ferron), Cair (Eduardo Fukushima) e Saltar (David Xavinho).
Eu ganhei o gesto "Ficar em Pé".
Em 2022, apresentamos na sala multiuso do Instituto Goethe.

 
O projeto Histórias de Gestos estreou na Bienal Sesc de DAnça 2023.
Eu descobri que estava com COVID-19 um dia antes de viajar pra Campinas; o projeto estrearia na Bienal no domingo. Entre desespero, tristeza e conversas, decidimos (Bete e eu) que eu produziria uma videodança, que seria exibida em um monitor colocado sobre um praticável de 60 cm de altura do chão, protegido por faixas que comumente protegem as obras em museus. A proposta é que a ação de “Ficar em pé” seja realizada pelo público. 
Um vídeo monótono de 20 minutos que faz o espectador ficar cansado, transferindo o peso do corpo a cada hora para uma perna, capengando, assim, sua própria bipedia.

 
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